Vitor Dias, dirigente do PCP, confessa, no «Público» de hoje “Uma amargura combatente” e adianta que “queremos escrever preto no branco e claro como a água que não nos sentimos nada felizes nem reconfortados, bem pelo contrário, por ver chegar à Presidência da República uma personalidade como Aníbal Cavaco Silva”.
Porque Vitor Dias fala no plural eu assino por baixo.